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Dependência química: a importância do diagnóstico de um especialista

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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019, mais de 500 mil pessoas morrem anualmente em decorrência da dependência química. O problema, que é estabelecido como uma doença crônica e progressiva, vem afetando cada vez mais pessoas ao redor do mundo, principalmente como reflexo do cotidiano da sociedade moderna e de momentos traumáticos, como é o caso da atual pandemia mundial.

Nos últimos dois anos, inclusive, os números de dependentes químicos aumentaram consideravelmente, em decorrência da crise financeira e dos problemas psicológicos desencadeados pelo isolamento social.

Não à toa, cada vez mais são buscados especialistas para identificar o distúrbio. E, com o aumento da demanda, cada vez mais profissionais da saúde vem procurando por cursos de dependência química, seja de capacitação ou atualização, para atuar no diagnóstico e tratamento dessas pessoas.

Para esses profissionais, na hora de atender aos pacientes com esse tipo de transtorno, o processo de diagnóstico é um dos mais importantes, já que vai influenciar todo o tratamento seguinte.

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Levando em consideração aspectos biológicos, sociais e culturais, o diagnóstico vai identificar a especificidade do problema, assim como suas influências nos sinais e sintomas do paciente. Vale lembrar que nenhuma perspectiva deve ser tomada isoladamente para dar conta dos aspectos essenciais da dependência.

Segundo estudos, é essa análise que vai sinalizar ainda qual o tipo de usuário ou qual estágio de dependência ele se encontra. Isso porque existe desde o experimentador, que faz uso esporádico, o social, que se utiliza de substâncias químicas de forma controlada, o nocivo, que ultrapassa os limites com frequência, e o abusador, que já tem histórico evolutivo da doença.

É somente depois de toda essa minuciosa investigação que o profissional poderá indicar o melhor tratamento para o problema, que pode ir desde terapia cognitivo comportamental – também utilizada com frequência para transtornos como depressão e síndrome do pânico – até a internação compulsória, que é feita por pessoas do convívio familiar.

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