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Drogas lícitas e ilícitas podem causar danos cardíacos irreversíveis

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Hormônios consumidos por atletas amadores e profissionais prejudicam o coração, assim como alucinógenos como ecstasy, maconha e cocaína. Médico cardiologista explica:

O fato triste recente da morte do craque de bola Maradona nos mostra o caminho terrível das drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas. Entre as chamadas drogas lícitas (permitidas como medicamentos), estão os esteroides anabolizantes (testosterona), GH e outros hormônios usados, indevidamente, apenas para ganhos estéticos e de força muscular, tomados ilegalmente por centenas de jovens, atletas amadores e profissionais. A promessa, nesse caso, é de que não haverá nenhum efeito colateral, mas a verdade é que podem causar danos cardiovasculares e terminar em mortes, como as que já atingiram vários atletas e esportistas mundo afora. Neste texto, no entanto, vamos nos deter nas ilícitas, ecstasy, maconha e cocaína, causadoras de danos cardíacos irreversíveis nos seus usuários.

A cocaína é responsável por cerca de um quarto dos ataques cardíacos não fatais em pessoas com idade inferior a 45 anos.

 

Ecstasy

É uma droga ilícita e tem efeitos muito parecidos aos dos alucinógenos e alguns estimulantes. Sua apresentação comum é na forma de comprimidos coloridos ou estampados de letras ou desenhos. Apesar de seu poder de dependência ser menor do que de outras drogas, a intensa alucinação e a forte sede trazem consequências imediatas como desmaios, forte sudorese, contraturas musculares, confusão mental e descoordenação motora.

E já tivemos casos relatados em congressos médicos de infarto do miocárdio por espasmos das artérias coronárias. Pode causar efeitos neurológicos permanentes.

Maconha

Droga ilícita com forte efeito alucinógeno e de dependência química com graves sequelas. Não confundir com alguns efeitos medicinais de derivados bem específicos e sem efeito alucinógeno da maconha, como canabidiol.
Efeitos cardiovasculares: o seu princípio ativo é o THC (Tetrahidrocanabinol), que penetra e permanece nas células gordurosas do corpo; seus efeitos duradouros aumentam com o incremento das doses e o principal é risco de infarto agudo do miocárdio, de 4,8 vezes maior nos primeiros 60 minutos após o uso da maconha comparando com os períodos de não uso.

Um grave efeito é a taquicardia: forte elevação da frequência cardíaca com extras sístoles muito frequentes (palpitações) que surgem depois de uns 20 minutos; outros efeitos: súbita elevação da pressão arterial (chega a 200 x 110 mm Hg); dificuldades respiratórias graves; prejuízo da atividade física de modo irreparável por alguns dias, até das simples caminhadas. Skunk, é um tipo de maconha com altíssimo teor de THC, provocando dependência psicológica com muito mais rapidez, além dos já citados efeitos danosos, porém em nível bem mais elevado.

Cocaína

Alucinógeno assustador com forte efeito de dependência química. Extraída das folhas do arbusto da coca (erythroxylon coca), seu consumo explodiu como crack. Tem seus efeitos graves no sistema nervoso central e no coração. A cocaína é prontamente absorvida pela mucosa do nariz, da boca e dos tratos geniturinário, gastrointestinal e respiratório.

Os sintomas cardiovasculares: dores anginosas no peito, severas e graves arritmias cardíacas, espasmos e rupturas de artérias coronárias, são frequentes entre os usuários de cocaína que procuram os serviços de emergência.
Uma temida e grave complicação é a miocardite: inflamação aguda do musculo cardíaco e que pode evoluir para insuficiência cardíaca e suas complicações como arritmias de todo o tipo e edema agudo de pulmão, chegando a necessidade de transplante cardíaco, procedimento não permitido em dependentes químicos.

A cocaína é responsável por cerca de um quarto dos ataques cardíacos não fatais em pessoas com idade inferior a 45 anos. E quando esse ataque está relacionado ao uso de cocaína, as complicações são mais frequentes.  Aproximadamente dois terços dos infartos do miocárdio ocorrem em até três horas após o consumo de cocaína, variando de um minuto a quatro dias, e aproximadamente 25% ocorrem no prazo de 60 minutos.

Fonte: Eu Atleta

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