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Qual o “limite” das drogas?

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Parece infindável, mirando e minando os que caminham no deserto de suas almas.

Aos que propõem legalizar mais psicoativos ditos “recreativos”, pergunta-se: desejariam que na esquina da sua casa houvesse uma loja “credenciada” pelo governo para vender a “última” novidade em droga? Viesse de onde viesse?

Imagine ter na prateleira “drogas in natura”, sintéticas ou misturadas a alimentos. Sim, no Colorado (EUA) existe até a nugtella – um creme de chocolate, avelã e cannabis. Parêntesis: a quem se destina realmente este “produto”?

No debate sobre a legalização da cannabis (turbinado pelo narcobusiness), há os que dizem que devemos legalizar “tudo”, em respeito à intimidade do indivíduo – já que suicídio e a autolesão não são crimes. Para outros, porém, só deveria haver a legalização da cannabis, supostamente menos danosa que a bebida alcoólica…

Não ouviram o Doutor Valentim Gentil Filho: Cannabis – mormente em cérebros em formação, algo que se dá somente após os 21 anos ou um pouco mais – pode desencadear quadros psicóticos e até mesmo a irreversível esquizofrenia!

Nem viram adolescentes sem a menor motivação para os estudos, com quadro de anedonia (síndrome amotivacional)… ou nunca se depararam com jovens adultos com baixo desempenho acadêmico… Pesquisas com sólidas evidências científicas associam o consumo regular da cannabis a rebaixamento de QI, dentre outros males. E tampouco choraram com os que seguiram a escada que só tem degraus para abaixo da existência digna, iniciando com o glamourizado THC (presente na cannabis).

Vejamos o contrassenso: se legalizada fosse a cannabis, quem estivesse na posse de um “mesclado” (cannabis + cocaína- na forma de crack) iria se livrar da atuação policial? Claro que não. Meio crime não existe em termos jurídicos. Iria, pois, responder criminalmente pela posse da substância que permaneceria ilícita – no caso a cocaína.

Em síntese, essa “corrida” pela legalização – ou mesmo descriminalização – da cannabis ou de mais drogas não se sustenta em si mesma. Está é predestinada a desaguar lamacenta em um labirinto infinito e sem saída; um rodamoinho para o abismo social.

Por isso, com muito AMOR, defendamos o direito das famílias viverem longe drogas e de fato ficar a Pátria livre, sem ter os jovens morrendo desolados e “dessonhados” no Brasil.

Por Guilherme Athayde Ribeiro Franco, Promotor de Justiça e Especialista em Dependência Química.

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