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Saiba como conseguir internação para dependentes químicos pelo SUS

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A internação é um dos caminhos mais lembrados como tratamento para a dependência química e, embora existam muitas opções particulares, quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS) tem dificuldade em encontrar um local. Por isso, separamos alguns caminhos para conseguir internação para dependentes químicos pelo SUS.

A internação é para todos?

A internação é um direito de todos, porém, não é recomendado para todos. A gente explica: após a Reforma Psiquiátrica, mudou o foco das hospitalizações como centro do tratamento aos dependentes químicos. Com isso, a prioridade do governo é o atendimento ambulatorial (sem internação).

A internação é vista como uma opção quando o paciente já está em um estágio grave, correndo riscos, fazendo furtos para manter o vício, sofrendo crises de abstinência, overdoses ou quando há baixa adesão aos outros métodos. Tudo dependente do diagnóstico médico e o perfil do dependente.

Internação pelo SUS

Como você pode ler acima, a internação de dependentes químicos pelo SUS existe, mas não é tão simples. E mesmo os casos que apresentam necessidade, há outro problema: em algumas cidades faltam vagas. No entanto, isso não deve servir de desânimo. Pelo contrário. Deve servir de conscientização para que você não se frustre se não conseguir a internação na primeira tentativa.

O primeiro passo para conseguir uma internação pelo SUS é passar em um dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Se sua cidade não tem CAPS, vá a um posto de saúde e se informe (provavelmente será agendada uma consulta com um médico psiquiatra).

O dependente químico será avaliado e passará por tratamento. Se não é a primeira vez que ele passa por tratamento, mas o paciente foi atendido em outro lugar, leve comprovantes (histórico médico, etc) para que isso ajude a escolher o melhor caminho terapêutico para o adicto. Se tiver a necessidade de internação, eles encaminharão o paciente a uma instituição credenciada.

E se o SUS não internar?

Sabemos que, por vezes, o paciente apresenta todos os critérios para a internação, mas o SUS não interna. Nesses casos há duas possibilidades: buscar instituições filantrópicas ou recorrer à Justiça.

As instituições filantrópicas são instituições que dependem de recursos financeiros de doações, mas que oferecem tratamento gratuito aos dependentes químicos. Algumas cobram mensalidades, porém, abrem “vagas sociais” nas quais, geralmente, passam por análise médica e social.

Outro caminho é recorrer à Justiça para obrigar o governo encontrar uma vaga pelo SUS ou custear a internação em uma clínica particular. Para isso, é preciso procurar a Defensoria Pública da sua cidade. A renda familiar e o histórico médico do paciente serão levados em conta. O processo pode demorar alguns meses.

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