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Veja 6 maneiras reais para você ajudar um dependente químico em seu processo de recuperação

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Por falar em maneiras ajudar na recuperação do dependente químico, listo abaixo 6 abordagens que podem ser úteis para essa missão.

1. Ter empatia é essencial

Ajudar uma pessoa com dependência química, especialmente alguém que é importante para você, é tarefa complicada. No entanto, o processo se torna um pouco mais fácil quando há empatia. Ser compreendido é um aspecto fundamental para que o dependente químico consiga confiar em alguém. Para isso, você precisa se colocar no lugar da pessoa, ser compassivo, compreensivo e tratá-la como gostaria de ser tratado.

Julgar está fora dos seus limites, por mais difícil que seja evitar.  Ser respeitoso e atencioso, por outro lado, pode fazer de você um porto seguro no processo de desintoxicação e recuperação. Lembre que estamos falando de uma doença. Não é como se a pessoa quisesse estar naquela situação ou como se ter força de vontade fosse suficiente para deixar a dependência para trás. É algo muito mais complexo ‒ e seu apoio é fundamental.

2. A comunicação pode abrir portas

Ter um diálogo aberto e livre de preconceitos é outra atitude muito bem-vinda. Demonstre para o dependente que você se importa com ele, com sua saúde e com o seu bem-estar.  Mesmo que, em um primeiro momento, essa postura não seja valorizada, com uma boa dose de insistência, passando de fase por fase, ela será aceita.

A ideia é que você deixe claro que deseja fazer parte desse momento importante da vida do adicto e que está ciente dos desafios. Não tenha medo de ser honesto e tocar em assuntos mais complicados e dolorosos. Ainda que exijam um jeitinho, eles precisam ser abordados.

3. Pesquise e tenha conhecimento sobre o assunto

Você não precisa ser um especialista para conhecer alguns detalhes da dependência química. Hoje em dia, com a internet à disposição, é possível realizar pesquisas e ter acesso a informações relevantes que podem ajudar a contornar situações difíceis. Por exemplo, quanto maior for a riqueza de detalhes que você conseguir apresentar a um especialista no momento da internação, mais ferramentas ele terá ao seu alcance para escolher qual é a terapêutica mais indicado

Aqui no blog da nossa comunidade terapêutica, por exemplo, sempre trago dicas importantes não apenas para quem vive a dependência química, mas também para quem precisa acompanhar essa realidade de perto.

4. Realize uma intervenção

Pesquisar sobre a dependência química e demonstrar preocupação com a saúde do adicto são medidas importantes, mas que podem ser insuficientes. O próximo passo é mostrar para a pessoa que você ama que ela precisa de ajuda e que a intervenção é a saída mais segura. É possível que haja uma certa resistência no começo, mas isso é normal.

Se for preciso confrontar o dependente com realidades mais duras, não hesite em utilizar esse último recurso. Eu sei que falar de morte ou cadeia pode assustar, mas acredite: o medo e o choque podem ajudar a encaminhar a aceitação. Você pode sugerir o programa de uma clínica de reabilitação e até traçar um plano de tratamento, mostrando que a desintoxicação é possível, com dados reais.

O importante é manter um posicionamento firme e não desistir.

5. Esteja sempre de braços abertos para o dependente químico

É comum que a relação com um dependente químico se agrave com o tempo, trazendo problemas em diferentes esferas. No entanto, é importante que essas questões sejam deixadas de lado, ao menos momentaneamente, para que a recuperação do adicto seja plena. Ele deve se sentir amparado e pertencente a algum lugar ‒ caso contrário, pode se ver solitário e retomar o vício.

Por isso, esteja sempre de braços abertos para acolher quem você ama. Ele precisa de compreensão e de uma rotina estruturada.

6. Incentive a participação em grupos de apoio

Indo mais ou menos na mesma linha da dica anterior, outra medida importante para a recuperação plena de um dependente químico é a sua presença assídua em grupos de apoio. A participação nessas reuniões é uma excelente maneira do adicto compartilhar suas experiências com outras pessoas que passaram por situações semelhantes às dele. E o melhor: sem qualquer tipo de julgamento.

Faz parte do processo de recuperação reconhecer o seu vício perante os outros, encontrar na espiritualidade e na fé uma maneira de recomeçar, restabelecer propósitos, realizar reparações em relações abaladas e repassar ensinamentos adiante. Tudo isso é trabalhado nas irmandades de mútua ajuda que se baseiam no programa dos 12 passos.

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Portanto, incentive a participação do dependente químico nos grupos de apoio, tanto durante o período de internação quanto no pós-tratamento. Aliás, existem entidades voltadas para familiares e amigos de adictos também. Entre as mais conhecidas estão Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos e Amor Exigente. Participar de reuniões como essas podem ajudar você a lidar melhor com a dependência química de quem ama.

Mas e se o dependente químico não quiser ser ajudado?

Embora difícil, a internação involuntária e a compulsória podem ser as únicas saídas quando o dependente químico se recusa a ser ajudado. No primeiro caso, ela é encaminhada por terceiros ‒ normalmente algum familiar ‒ e sem o consentimento do adicto. O médico pode protocolar o pedido com base no caso relatado durante uma consulta, por exemplo.

Já na internação compulsória, o pedido formal é realizado por um juiz, sem que seja necessário a autorização dos familiares. A solicitação é feita com base em um laudo médico, que atesta que o dependente não tem controle das suas próprias condições físicas e psicológicas.

Porque muitos dependentes químicos recusam ajuda?

A negação da doença é uma postura comum em dependentes químicos, especialmente no início. Eles acreditam estar no controle de suas ações e que podem parar com as drogas quando quiserem. Por isso, recusam ajuda. É normal que os adictos também defendam que familiares e amigos estão exagerando em suas preocupações, pois não há qualquer mudança de comportamento causada pelas drogas.

Esse é o motivo que me leva a dizer: não deixe de insistir e de oferecer ajuda.

Como convencer um dependente químico a se tratar?

O processo de convencimento de que o dependente químico precisa buscar ajuda nunca é fácil. Significa, para ele, se colocar em uma situação de vulnerabilidade, de doente. A abordagem que ainda considero mais eficaz é tentar demonstrar o mal que a droga está causando à sua vida e à das pessoas ao seu redor. Em situações de maior resistência, conforme mencionei anteriormente, a única alternativa é recorrer a casos extremos, mencionado a possibilidade de morte ou prisão se uma mudança não ocorrer.

Perguntas frequentes sobre como ajudar um dependente químico

Ao longo do tempo que estou à frente do Grupo Recanto, sempre recebo perguntas sobre como ajudar um dependente químico.

Reuni quatro dos questionamentos mais comuns para responder.

Como ajudar um dependente químico que recaiu?

Recaídas podem acontecer no tratamento na dependência química. Caso elas aconteçam, recomendo procurar novamente ajuda especializada. Ser compreensivo, incentivar a retomada de hábitos saudáveis e a presença mais assídua nos grupos de apoio também são medidas que endosso.

Não ter dado certo uma vez não significa que as próximas tentativas vão ter o mesmo final. É um processo.

Ajuda espiritual para dependente químico funciona?

Sim, trabalhar a espiritualidade é importante. Inclusive, uma das etapas do programa dos 12 passos é encontrar um poder superior. Essa ação, no entanto, não pode ser isolada e deve ser acompanhada de um tratamento especializado.

Como agir com um marido dependente químico?

As orientações para ajudar um marido dependente químico não são muito diferentes das utilizadas para outros adictos. Talvez, seja mais difícil convencer o cônjuge da necessidade de tratamento, mas esse ainda é o melhor caminho. Se encontrar resistência, busque ajuda de outros familiares e avalie se é o momento de recorrer à internação involuntária.

Como conseguir o auxílio dependente químico?

Nós, do Grupo Recanto, temos um programa de cota social voltado para pacientes de baixa renda que não têm condições de custear o tratamento. Ele cobre 100% do valor relacionado à internação e representa 10% da ocupação total de nossas clínicas. Para ter acesso ao benefício, o dependente passa por uma entrevista e seu caso é avaliado.

Conclusão

Talvez você esteja hesitante sobre como ajudar um dependente químico, mas não tenha dúvidas de que o seu apoio é fundamental. Sem ele, é pouco provável que o adicto tome a iniciativa de buscar tratamento especializado e retomar o controle da própria vida. E, se quiser contar com o suporte especializado da nossa comunidade terapêutica, basta preencher o formulário em contato e aguardar o retorno da nossa equipe/ ou se preferir, basta clicar no nosso botao do WhatsApp.

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